Consumo ético

Quase 90% dos portugueses atentos à eficiência energética na compra de eletrodoméstico

Mais de 90% dos portugueses dispostos a pagar mais por eletrodoméstico sustentável

O estudo “Hábitos sustentáveis na cozinha em Portugal”, promovido pela empresa de eletrodomésticos Beko, revelou que 93% dos portugueses estão dispostos a pagar mais por um eletrodoméstico produzido de forma sustentável. Aliado a isso, quase 90% dos portugueses têm agora em atenção a eficiência energética de um eletrodoméstico, no momento da compra.

Segundo explicado em comunicado, o forno e o frigorífico são os eletrodomésticos com os quais os portugueses mais se preocupam no que se refere ao consumo energético, com 34% e 24% das respostas, respetivamente. Ao mesmo tempo que são, também, percecionados como os eletrodomésticos que “mais gastam”, com 32% e 25% das respostas, respetivamente.

Com a subida de preços da energia, mais de metade dos inquiridos (55%) alterou os seus hábitos de utilização dos eletrodomésticos. Menos uso de alguns eletrodomésticos (31%), seleção de eletrodomésticos A++ (21%), correta utilização dos eletrodomésticos (17%) e poupança de energia e recursos (17%) foram as principais práticas adotadas.

A um nível mais geral, quando questionados sobre quais os principais problemas ambientais, 47% dos portugueses apontam a contaminação em geral como a principal causa, seguida pelo uso de combustíveis fósseis (10%) e aquecimento global (6%). Assim, para 90% dos inquiridos é urgente conservar o meio ambiente.

A análise dos dados do estudo realizado revela também que mais de 80% dos entrevistados afirmaram separar resíduos (papel e cartão, cristal e vidro, e embalagens e plásticos), caindo apenas esta percentagem para 62% quando se trata da separação de resíduos orgânicos.

Além das práticas mencionadas, o estudo identifica que quase metade dos entrevistados vê a economia de energia (eletricidade, aquecimento ou gás) como uma ação espontânea habitual para cuidar do meio ambiente. A poupança de água lidera as práticas de sustentabilidade com 42% dos inquiridos a afirmar esse hábito, seguida da energia (23%).