Transporte Marítimo

“K” Line expande serviço intra-europeu

MILLAU BRIDGE

A “K” Line Portugal, filial portuguesa do grupo nipónico Kawasaki Kisen Kaisha, está a relançar o seu serviço IBESCO (Iberia, Europe, Scandinavia Loop). “Responder ao aumento das exportações nacionais” é um dos objetivos principais da expansão deste serviço intra-europeu, de acordo com comunicado de imprensa. De salientar que, em 2015, esse serviço representou 65% do seu volume de negócios, registando um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

Quatro navios em vez de dois, com capacidade para 8.000 toneladas em vez de 6.000, permitem à “K” Line Portugal, expandir a cobertura do serviço de short sea, que liga semanalmente os portos de Lisboa e Leixões ao Norte da Europa.

O padrão de rotação em borboleta integrará o porto de Roterdão no northbound leg do serviço, reconhecendo assim a infraestrutura portuária holandesa como interface privilegiado de exportação para a Europa Central, EUA, Ásia e Mediterrâneo, e mais duas escalas no Reino Unido, um dos destinos europeus de exportações portuguesas que tem vindo a registar um maior crescimento. Immingham e Grangemouth, ambos na costa leste, são os dois novos portos britânicos em que o IBESCO fará escala.

“Com este upgrade, a “K” Line investe na regularidade e em reduzidos tempos de trânsito do loop que integra ainda, além dos já mencionados, os portos de Felixstowe e Teesport, no Reino Unido, Aarhus, na Dinamarca, que a companhia é, em Portugal, a única a escalar, e Gotemburgo, na Suécia. Adicionalmente, serão disponibilizados contentores de 45 pés para acomodar 33 euro-paletes, favorecendo assim a intermodalidade nas movimentações de cargas entre transportes marítimo e rodoviário”, indica em comunicado.

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“O crescimento do comércio internacional, assim como a transferência de modalidade de transporte de rodoviário para marítimo, cada vez mais competitivo na movimentação de mercadorias e mais sustentável, com tempos de resposta muito eficientes, além do facto de a Europa continuar a ser o principal parceiro de exportação português são oportunidades reconhecidas no short sea, e são, entre outros, os fatores conjunturais por trás do upgrade do nosso principal serviço, o IBESCO”, justifica Isabel Azeredo, diretora-geral da “K” Line Portugal.

De referir que, em 2015, a “K” Line Portugal movimentou 52 navios e cerca de 27.000 TEUs, dos quais 65% no mercado marítimo de curta distância, tendo este peso aumentado 12% comparativamente a 2014.

 

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