STCP apresenta resultados operacionais

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto  anunciou que os resultados da empresa relativos a 2007.

A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) anunciou que a empresa poupou em 2007 cerca de 1,8 milhões de euros em combustíveis, com a utilização de autocarros a gás natural, de acordo com a sua presidente, Fernanda Meneses.


Em 2007, a STCP adquiriu mais 80 autocarros a gás natural, aumentando para 52%  os veículos movidos a este combustível na frota da empresa, segundo divulgou a agência Lusa.

 

Avança ainda a Lusa que a STCP registou em 2007 cerca de 26,7 milhões de euros de prejuízo, correspondente maioritariamente a resultados operacionais (menos 15 milhões de euros), mas também a resultados financeiros (que baixaram 72% para 11,2 milhões de euros negativos) e extraordinários (que subiram 93% para menos 342 mil euros).


Situação de falência técnica

Segundo a empresa, «os resultados operacionais teriam melhorado 1,4 milhões de euros, face a 2006, não fosse o investimento na qualidade da frota». Esta aquisição terá sido igualmente a responsável pela redução da idade média dos autocarros (que passou a ser de 6,7 anos) e contribuiu para o decréscimo dos resultados operacionais (menos 6% do que em 2006) e dos resultados líquidos (menos 4%).


«É uma situação de falência técnica há muitos anos. Não há cobertura para os investimentos e para os diferenciais de procura, pelo que a empresa tem de recorrer ao endividamento», afirmou a presidente da STCP, manifestando-se preocupada com o capital próprio «crescentemente negativo». Na verdade, este diminuiu 15%, ultrapassando os 200 milhões de euros negativos, fruto da duplicação da dívida de médio e longo prazo e da diminuição em 64% da dívida de curto prazo.


Fernanda Meneses salientou ainda à agência Lusa que a sua maior preocupação não é combater o passivo, mas sim «actuar para que a procura não desça mais». «O nosso grande objectivo é servir bem os clientes, para termos mais e mais receita», acrescentou.

 

As linhas de serviço social, cuja quota aumentou em 2007 para 29% e que são claramente deficitárias, assim como a perda de clientes para o Metro do Porto que abriu em 2007, novas linhas foi<

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