Os portos de Sines e de Leixões anunciaram a sua insatisfação perante os comunicados noticiados sobre a onda de greves “nos portos nacionais” sem referirem que os portos de Sines e de Leixões estiveram a funcionar, uma vez que os trabalhadores portuários não aderiram à greve anunciada pela Estrutura Sindical dos portos de Setúbal, Lisboa e Figueira da Foz, a partir do dia 23 de outubro. Os portos de Sines e de Leixões movimentam 60,5% da tonelagem total dos portos portugueses.
Durante a segunda quinzena de setembro, período em que os portos portugueses foram castigados por sucessivas paralisações, os portos de Sines e de Leixões foram os menos afetados porque não aderiram à greve, mantiveram-se a funcionar o que permitiu receber e entregar carga aos carregadores, bem como carregar e descarregar os navios que tinham condições para demandar estes portos.
Os dois portos têm no comércio internacional – 61,5% – destacando as exportações onde Leixões é uma porta de saída essencial.
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