A APAT, Associação dos Transitários de Portugal, em documento enviado às redações, defendeu a criação de uma linha de terminais logísticos de iniciativa pública.
Segundo o divulgado, esta associação defende que a criação deste tipo de investimento teria o potencial de “determinar a promoção da Intermodalidade como transporte preponderante das cadeias logísticas e fundamentais para potenciar o desenvolvimento da economia, a captação de novos investimentos e a criação de valor e riqueza”.
No seu documento, a APAT defende que esta ‘rede’ deverá ser formada “por cinco Terminais (Leixões, Coimbra, Entroncamento, Lisboa e Sines) principais, no eixo estruturante da rede ferroviária Nacional (Linha do Norte e Portos), por dois Terminais Fronteiriços (Guarda e Elvas/Badajoz), alguns destes já construídos e auxiliados por uma rede assistente de Terminais (Valongo, Lousado, Alfarelos, Entroncamento, Bobadela), que já existem, e quase todos de iniciativa privada”, defendendo-se uma colaboração mais estreita entre privados e públicos.

