entrevista

Mercedes cresce acima do mercado de veículos comerciais ligeiros em 2013

Mercedes cresce acima do mercado de veículos comerciais ligeiros em 2013

Em 2013 o mercado de veículos comerciais voltou finalmente a crescer e a Mercedes registou um aumento nas vendas de comerciais ligeiros de 24% face ao ano anterior, com 931 unidades vendidas. Em entrevista à LOGÍSTICA & TRANSPORTES HOJE, António Cabrita Martins, Diretor Geral de Vendas e Marketing de Veículos Comerciais da Mercedes-Benz Portugal, explica o crescimento de 2013 e partilha as expectativas para 2014.

Em 2013 o mercado de veículos comerciais cresceu mas a Mercedes cresceu ainda mais: nos comerciais ligeiros aumentou 24% face ao ano anterior, com 931 unidades vendidas, enquanto o mercado subiu 13,8%, com 18.224 unidades vendidas, de acordo com dados da ACAP – Associação do Comércio Automóvel de Portugal. Como explica estes bons resultados?

António Cabrita Martins – É sempre um motivo de satisfação termos um crescimento superior ao do mercado. Este crescimento explica-se por duas ordens de razões: a primeira é a manutenção da confiança dos nossos clientes e do mercado nos nossos produtos e serviços. Cada vez mais a venda deste tipo de viaturas está muito associada aos serviços e hoje, mais do que viaturas, fornecemos soluções integradas que incluem serviços de pós-venda e financeiros. Comercializamos mobilidade e a nossa rede de concessionários é uma parte essencial da nossa estratégia. A segunda razão foi o impacto do lançamento do furgão Citan, em 2012, que contribuiu para um aumento das vendas em termos relativos ao longo de 2013.

Nos comerciais pesados o resultado foi ainda mais favorável: enquanto o mercado cresceu 21%, com 2562 unidades vendidas, a Mercedes cresceu 45,2%, com 501 unidades. Só considerando os pesados de mercadorias, o crescimento foi de 66,4% (446 unidades vendidas).  A que se deve este crescimento e o que esperam de 2014?

A Mercedes Benz encetou uma modificação completa na sua gama de camiões em finais de 2011, com o objetivo de os adequar ao novo ciclo do Euro 6. Este processo deu origem a vários novos camiões: o novo Atego na distribuição, o Antos na distribuição mais pesada, o Arocs, o nosso camião para o segmento da construção, e o novo Actros, que é o camião da longa distância. Com estes quatro produtos fechamos um ciclo de modificação completa da nossa gama de camiões e estamos preparados para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Quais as expectativas para este ano?

Em termos de comerciais ligeiros vamos ter um lançamento muito importante no segundo semestre: o furgão de gama média Vito. É muito importante termos um novo produto para o próximo ciclo e vai ser o principal acontecimento deste ano nos comerciais ligeiros.

Esperam crescer tanto em 2014 como cresceram em 2013?

Acreditamos na recuperação do mercado, que caiu substancialmente abaixo dos níveis que tínhamos antes da crise e por isso é natural que não volte a cair nos próximos tempos. É uma expectativa e um desejo!

2013 iniciou a recuperação do mercado mas achamos que essa recuperação vai ser feita de forma moderada. A nossa expectativa é que o mercado cresça na ordem dos 5% e esperamos crescer em linha com o mercado.

Leia a entrevista na íntegra na edição de janeiro/fevereiro da LOGÍSTICA & TRANSPORTES HOJE

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