20 anos Chep em Portugal: Sentimos que as empresas não estão paradas à espera de decisões políticas

20 anos Chep em Portugal: Sentimos que as empresas não estão paradas à espera de decisões políticas

A Chep comemora 20 anos de presença no mercado português. A data foi celebrada, no início desta semana, num encontro realizado com os seus principais clientes e parceiros. A LOGÍSTICA & TRANSPORTES esteve presente e falou com Maria do Céu Carvalho, responsável máxima da empresa em Portugal, sobre o atual momento da empresa.

Como está a correr o negócio da Chep em Portugal?

Como a maioria das empresas em Portugal sentimos a recessão.O nosso negócio depende do negócio dos nossos clientes. Mas temos conseguido ultrapassar isso com bastante dedicação e inovação nos nossos serviços, apresentando propostas de valor aos nossos clientes…

…dê-me um exemplo dessas propostas?

No fundo procuramos dar respostas às necessidades dos nossos clientes. Cada vez mais as empresas sentem necessidades de reduzir custos, e isso é algo que apresentamos nas nossas propostas de valor.  Mas os clientes querem mais do que isso, querem sim um parceiro de negócio, e a Chep não é só a empresa fornecedora de paletes mas sim uma empresa que presta serviços e apresenta soluções aos seus clientes, é um serviço de quase consultoria. É necessário identificar o que se pode fazer para reduzir custos e isso implica tempo e dedicação e recursos, esse tem sido o grande fator diferenciador da Chep no mercado.

A tipologia do vosso cliente mudou nos últimos anos?

Mudou. O nosso core business é essencialmente no setor do grande consumo (FMCG) mas tem-se diversificado bastante. Desde o setor da embalagem ao setor têxtil…efetivamente há uma necessidade dos nossos serviços em outros setores de mercado.

Que balanço faz destes 20 anos da Chep em Portugal?

Um balanço muito positivo. De início é sempre difícil, para qualquer empresa, entrar num mercado e é necessário dar a conhecer os nossos serviços. É isso que temos feito e com bastante credibilidade.

Que resultados preveem para 2013?

Ainda não fechamos os dados económicos, o nosso ano fiscal fechou em Julho de 2013, mas estamos em linha com aquilo que os acionistas previram.

Apesar de não ser consensual entre os economistas e os políticos, mas há quem comece a falar de um ligeiro clima positivo para a Economia portuguesa. Vocês têm sentido alguma diferença junto dos mercados onde atuam?

Sentimos que as empresas não estão paradas à espera de decisões políticas. As empresas estão a colocar as mãos à obra. A Chep tem tido sempre essa postura e não estamos à espera de decisões políticas. É verdade que a crise é global e afeta a Europa por completo, mas a Chep quando define estratégias pensa no futuro. E vemos oportunidades junta das empresas, como por exemplo nas estratégias de exportação, aí a Chep pode ser um bom parceiro, ou mesmo em novos formatos de embalagem. Ou ainda na questão da redução de custos na cadeia de abastecimento. 

Não perca informação: Subscreva as nossas Newsletters

Subscrever