Governo aprovou processo de privatização de 100% dos CTT

CTT estudam parceria com cadeia de Distribuição

O Executivo aprovou o processo de privatização dos CTT, o que implica a venda total da empresa, das participadas e das suas participações indiretas noutras empresas.

O secretário de Estado das Finanças, Manuel Rodrigues, não adiantou valores para o negócio mas disse que haverá “critérios exigentes” que o comprador terá de cumprir, como é o caso do “projeto estratégico tendo em vista o desenvolvimento da atividade” assim como a “idoneidade do comprador”.

“O Governo vai garantir uma participação de até 5% para os trabalhadores”, disse o secretário de Estado. Entre as empresas participadas que também serão alienadas estão, por exemplo, a CTT Expresso, Payshop e PostContact.

Segundo Manuel Rodrigues, o Governo optou por aprovar um “modelo flexível” que prevê diversas modalidades para o processo de venda. Assim, a privatização pode ser feita através da “venda direta, por negociação com investidores de referência que se comprometam com um projeto estável e de longo prazo” ou através de uma operação pública de venda, ou até mesmo por uma operação que permita a acumulação dos vários modelos. O processo deverá estar finalizado até ao final deste ano.

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