O chamado “aeroporto complementar” de Lisboa destina-se principalmente às companhias low cost (tarifas reduzidas), sendo a base aérea de Sintra a principal candidata a funcionar como alternativa ao aeroporto da capital portuguesa, segundo avança o Diário de Notícias.
A decisão enquadra-se no acordo assinado em 2011 com a troika, tendo sido hoje (20 de janeiro) publicada em Diário da República.
“As decisões de investimento devem ser criteriosamente ponderadas, alocando os escassos recursos (…) aos projetos que, inequivocamente, contribuam para o aumento da competitividade da economia nacional, sejam financeiramente viáveis e comportáveis pelo Orçamento do Estado e cujos objetivos não possam ser atingidos por via de outros investimentos mais eficientes”, sublinha o despacho assinado pelos secretários de Estado Paulo Braga Lino (Defesa) e Sérgio Silva Monteiro (Obras Públicas).

