Foi ainda anunciado que, pela primeira vez, desde o início da greve, os portos vão parar por cinco dias consecutivos.
O Presidente do Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal, disse ainda ao jornal Público que espera que não haja contestação por parte das associações de empregadores, mas caso isso se suceda, trabalhadores e patrões regressam à mesa para negociar.
Os portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz deverão ser os mais afetados com as paralisações.

