Logitrans 2012: logística integra cada vez mais serviços de comércio eletrónico

Logitrans 2012: logística integra cada vez mais serviços de comércio eletrónico

O comércio eletrónico implica alterações na organização da cadeia logística: maior abrangência geográfica, mais rapidez, aumento da capilaridade são exigências crescentes. Estão os fornecedores de serviços logísticos preparados para dar resposta a este novo paradigma? Marcos Ruão, diretor logístico da Fnac Portugal, acredita que a forma de encarar o e-commerce “está a mudar”, mas “nem todos ainda fizeram o investimento necessário”. 

Adicional Logistics, CTT Expresso, Rangel Expresso/FedEx e Urbanos explicaram como estão a atuar neste mercado. Uma presença que vai além da entrega ao consumidor final, integrando serviços a montante e a jusante da cadeia que até há pouco tempo estavam fora da sua alçada. Como o controlo do crédito dos clientes ou o apoio no pós-venda, por exemplo.

É aliás a gestão de mais etapas do processo que permitirá ao operador reduzir custos, pois na entrega ao consumidor final são escassas as margens para redução de preço. Ainda que o aumento do número de transações B2C permita economias de escala que podem ser repercutidas no preço.

Em todo o processo, os sistemas de informação são uma preciosa ajuda, nomeadamente para gerir erros. Aqui espera-se dos operadores que reajam a anomalias nas entregas informando atempadamente destinatários finais e clientes de possíveis atrasos. Porque neste negócio, a gestão das expectativas é essencial. 

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