A estratégia da empresa passará por fidelizar clientes, nomeadamente na relação com as oficinas das marcas distribuídas, com os serviços pós-venda a compensarem a diminuição de vendas esperada, avança o diário Oje. Por outro lado, a SIVA vai apostar na produtividade e no controlo de custos, ajustando as redes a um mercado em queda.
No entanto, não será reduzida a capacidade instalada estrutural, garantiu, ontem (dia 5), o administrador Fernando Monteiro, num encontro com jornalistas na sede da empresa, na Azambuja. “Vivemos um momento muito difícil, mas vamos ultrapassá-lo com uma postura de longo prazo, que nos tem trazido dividendos”, resumiu.
No ano passado a SIVA reconquistou a liderança do mercado de ligeiros, que era ocupada pela Renault, com as suas seis marcas (VW, Audi, Bentley, Lamborghini, Skoda e VW Comerciais) a venderem um total de 26.524 unidades, traduzindo uma quebra homóloga de 21,3% num mercado nacional que caiu 31,3% no período. Em sentido inverso, a quota de mercado da empresa avançou para a fasquia dos 14,1%.

