Mobilidade

37% das empresas portuguesas já utilizam ou querem adquirir viaturas 100% elétricas

37% das empresas portuguesas já utilizam ou querem adquirir viaturas 100% elétricas iStock

De acordo com o Barómetro do Arval Mobility Observatory, 37% das empresas em Portugal já utilizam ou tencionam adquirir viaturas ligeiras de passageiros 100% elétricas, enquanto 28% pretendem adquirir veículos ligeiros de mercadorias totalmente elétricos.

A análise visou fazer um balanço do estado das frotas, a nível mundial, “num contexto internacional extremamente difícil em termos sociais, económico e geopolítico”.

O estudo, realizado pela Ipsos e que concretizou mais 8 mil entrevistas, também concluiu que cerca de 50% das frotas de ligeiros de passageiros nas empresas serão eletrificadas dentro de três anos, avançando ainda que a percentagem rondará os 20% no segmento de comerciais.

Questionados sobre as razões para o uso de viaturas eletrificadas comercias ou de passageiros ligeiras, os inquiridos referiram a redução do impacto ambiental, a redução dos custos no combustível, assim como a melhoria da imagem da empresa.

Além disso, também referiram a antecipação de políticas restritivas para viaturas de combustão e a adaptação a zonas de emissões reduzidas.

O Barómetro também revelou a transição para energias alternativas (42%) e a adaptação a políticas restritivas ao uso de carros a combustão (35%) são os principais desafios que o setor da mobilidade enfrenta atualmente.

92% das empresas portuguesas também referiu que já utiliza ou considera, pelo menos, nos próximos três anos, avançar com uma solução de mobilidade alternativa.

De acordo com a análise, “as evidentes consequências das alterações climáticas criam a necessidade de todos termos um papel ativo na redução da pegada de carbono no uso da nossa mobilidade e, anos após anos, vemos uma mobilidade em plena transformação refletindo a determinação nas empresas, casa vez mais conscientes de que a mobilidade é um fator gerador de valor em todas as dimensões de interessa, seja humano, social, económico e ambiental”.

Neste sentido, o estudo também refere que o desenvolvimento dos negócios passa pelas frotas e o mercado está claramente marcado pela transição energéticas em sentido cada vez mais elétrico; pelo uso de soluções de mobilidade alternativa que permitem acesso a novos beneficiários; pelo investimento na tecnologia telemática para apoio à eficiência e segurança, mas também aos desafios sentidos por muitas empresas sobre a forma como devem implementar estar mudanças e como se devem preparar para continuar a garantir acesso dos seus negócios à mobilidade urbana.

Não perca informação: Subscreva as nossas Newsletters

Subscrever