Conferência Logística & Transportes Hoje

Aguentar a pressão do preço na distribuição capilar

Conferência Logística e Transportes Hoje mesa redonda

Como gerir mais rapidez e menos custo? É a pergunta de um milhão de dólares para os operadores de transporte expresso. É preciso chegar cada vez mais rápido, prestar um melhor serviço, ao menor preço. As dificuldades (e os custos) relacionados com as entregas falhadas à primeira tentativa ficam, regra geral, a cargo dos operadores. As crescentes dificuldades de entrega em Lisboa, na sequência das obras que embelezaram a cidade, mas prejudicaram a funcionalidade, obrigam a meios acrescidos para fazer o mesmo número de entregas. Custos que ficam do lado dos operadores.

Para dar resposta à situação, os operadores de transporte expresso usam toda a sua criatividade para otimizar ao máximo os recursos e reduzir os custos de exploração. Por exemplo, usar os camiões como se de aviões se tratasse, em versão non stop, mudando as equipas. Socorrendo-se de todas as inovações tecnológicas que facilitam a comunicação com o destinatário das encomendas, para potenciar a entrega com sucesso à primeira tentativa.

Na mesa redonda dedicada a falar sobre a proximidade e a personalização da distribuição, onde estiveram presentes representantes da Nacex, Schenker e Grupo Simab, ficou claro que a exigência de baixo preço é insustentável e que o limite não tardará a surgir: “Quando os operadores logísticos transferirem para os retalhistas os custos destas entregas a urgência tenderá a diminuir”, afirmou João Jales, da Nacex.

Não perca informação: Subscreva as nossas Newsletters

Subscrever