Segundo a Agência Financeira, a frente Comum acusou o Governo de possuir um “confrangedor desconhecimento do setor” e de adotar uma postura “autista” face aos trabalhadores, tendo aprovado “um conjunto de medidas (…) que lesam fortemente os trabalhadores marítimos e portuários portugueses”.
Os sindicatos dos trabalhadores portuários do Centro e Sul (que inclui Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz), Caniçal, Sines, Aveiro e Viana do Castelo declararam greve das 0h de 19 de setembro (quarta-feira) até às 8h de dia 21 (sexta-feira).
Já o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações Portuárias convocou a greve para a totalidade dos dias 21 e 24 de setembro (de sexta-feira a segunda-feira), de acordo com os pré-avisos destinados aos portos do Continente, Madeira e Açores.
Por seu lado, o Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante declarou greve das 0h de 17 de setembro (segunda-feira) até à meia-noite de 18 de setembro (terça-feira), o mesmo período do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado.

