Segundo a autarquia, a proposta apresentada pelo presidente, Manuel da Luz, salienta que “as atuais greves de âmbito nacional têm impactos negativos para o porto de Portimão, em especial a greve dos funcionários das administrações portuárias às horas extraordinárias e à polivalência, convocada por tempo indeterminado, a qual afeta sobremaneira os portos mais pequenos, uma vez que os funcionários são em menor número e, por esse motivo, mais versáteis e polivalentes”.
O documento sublinha ainda que o cancelamento de escalas e de menos cerca de oito mil turistas traduzirá um prejuízo direto para Portimão e para a economia algarvia “de cerca de 500.000 euros, sem contabilizar as taxas portuárias e proveitos indiretos, de acordo com o estudo do European Cruise Council de 2012”.

