“É de grande importância estratégica que a Europa conserve, no centro de uma rede que ligue a UE ao resto do mundo, um setor aeronáutico líder ao nível mundial”, afirmou Siim Kallas, vice-presidente da Comissão e responsável pelo pelouro dos transportes. “Urge uma mudança radical. Confrontada com a transformação em curso no setor da aviação à escala mundial, a Europa, ou reage e se adapta rapidamente, ou fica para trás”, acrescenta.
A CE propõe, até 2015, acordo de transportes aéreos com a China, Rússia, Estados do Golfo, Japão, Índia e países do sudeste asiático. Os benefícios que estes acordos trarão à economia são estimados, no total, em 12 mil milhões de euros por ano.
Aquela instituição pretende cláusulas-tipo de defesa da concorrência leal, “a acordar e incluir nos acordos bilaterais de serviços aéreos vigentes entre Estados Membros e países terceiros”.
O setor da aviação representa 5,1 milhões de postos de trabalho e 365 mil milhões de euros, ou 2,4 %, do PIB europeu, segundo o relatório da Oxford Economics para o ATAG, março de 2012.

