Investimento

Grupo ETE reforça aposta na América Latina

Grupo ETE Luis Nagy Logística e Transportes Hoje

A celebrar o seu 80º aniversário, o Grupo ETE reforçou a sua aposta na internacionalização do portfolio de negócios e desenvolvimento da operação fluvial.

Segundo Luís Nagy, CEO do GRUPO ETE, “inaugurámos a nona década de vida do Grupo ETE com uma forte aposta na internacionalização da nossa operação, a qual tem estado a crescer e que esperamos, daqui a 5 anos, represente 30-40% do nosso volume de negócios, contra os atuais cerca de 10%. Estamos especialmente focados em mercados onde podemos levar valor, explorando áreas onde detemos grande experiência e conhecimento, como é o caso da operação fluvial.”

De acordo com a empresa, a América Latina é um das regiões prioritárias para o Grupo. Na Colômbia, onde o Grupo ETE entrou há quatro anos, acaba de iniciar uma nova operação no rio Magdalena, que consiste no transporte fluvial, ao longo de quase 100 km, de agregados para construção de infraestruturas. Adicionalmente tem ainda em curso operações portuárias com gruas flutuantes, transporte fluvial, apoio a obras marítimas e portuárias e ainda atividades de logística internacional através de parcerias locais.

Para além deste mercado, o Grupo ETE está também a investir em Cabo Verde. Segundo Luís Nagy, “recentemente qualificámo-nos em primeiro lugar no concurso público internacional para a privatização da CABNAVE, os estaleiros navais na ilha de S. Vicente, em Cabo Verde; a próxima etapa será a negociação financeira e dos termos finais do contrato de concessão para um período de 30 anos.”

Por outro lado, o investimento que a empresa tem em curso na construção do cais fluvial de Castanheira do Ribatejo, que estará a operar no terceiro trimestre de 2017, vai trazer “uma nova dinâmica à sua operação fluvial”, segundo o Grupo. Para Luís Nagy, “este é também um investimento que vai desenvolver o intermodalismo do Porto de Lisboa, ao garantir a ligação entre os diversos terminais deste porto e aquela zona logística. Desta forma, contribuirá de forma significativa para o descongestionamento rodoviário do perímetro urbano de Lisboa, pois estima-se uma redução na circulação de 250 a 750 camiões/dia.”

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