A mesa-redonda com a participação de Artur Duarte, supply chain manager , da F. Lima, Nuno Dionísio, key account manager, Schnellecke Portugal e Rui Fragoso Pires, Logistic Manager da Tintas Robbialac.
De acordo com Artur Duarte “ quando uma empresa quer focar-se no seu core business deve fazer entrega de tudo o que está à sua volta a quem mais entenda do assunto. A F.Lima é forte na comercialização, portanto, toda a parte que acompanha é, na sua maioria, entregue a quem nos quer der sinergias e nos presta um bom serviço”.
Por sua vez, Rui Fragoso Pires contrapôs esta ideia indicado que a empresa Tintas Robbialac, por especificidades do negócio – e por diretiva empresarial – faz a sua logística interna. “Vemos com vantagem o facto de mantermos a logística inhouse, uma vez que a logística é vista pelo grupo como uma atividade core da empresa”.
Do lado da Schellecke Portugal, Nuno Dionísio explicou que é a favor da subcontratação. “Há muitas empresas que não sabem avaliar o custo que têm com a logística e deviam avaliar a cadeia de valor logístico indo ao mercado comparar o que os operadores logísticos podem oferecer. A subcontratação traz mais valias”, sublinhou.
A edição deste ano do Logitrans realiza-se entre os dias 17 e 18 de abril no Centro de Congresoss do Estoril.

