O Município de Cascais apresentou o Plano de Renaturalização Urbana, uma iniciativa que aposta na criação de corredores ecológicos que ligam espaços verdes, promovendo a biodiversidade e tornando a cidade mais resiliente às alterações climáticas.
De acordo com o comunicado de imprensa, nos próximos cinco anos, vão ser plantadas mais de 164 mil árvores e arbustos, reforçando a cobertura vegetal em áreas urbanas e rurais. No perímetro urbano, vão ser plantadas 2.800 árvores de arruamento e espaços verdes.
Já o Parque Natural Sintra-Cascais vai receber 160.600 exemplares arbóreos, dos quais mais de 109.860 estarão afetas ao projeto LIFE ResLand, promovido pela mesma autarquia e que recebe o cofinanciamento da Comissão Europeia (CE).
A nota de imprensa sublinha ainda que, ao devolver uma cobertura verde significativa ao concelho, Cascais pretende não só melhorar a qualidade do ar, mas também mitigar os efeitos das alterações climáticas, reduzindo as temperaturas médias no verão, aumentando a retenção de humidade no solo e capturando CO₂.
“Cascais está cada mais verde e preparada para os desafios climáticos. Esta é uma estratégia que já vem do passado e que nos faz olhar para o futuro. O Plano de Renaturalização Urbana de Cascais vai muito além de melhorar a qualidade do ar. Conseguimos regular a temperatura, reduzindo o efeito de ilha de calor, bem como o isolamento de ruído em zonas de maior afluência, com espaços verdes que incentivam ainda a prática de lazer e atividade física”, referiu Nuno Piteira Lopes, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais.
O plano prevê ainda melhorias na gestão do tráfego de veículos e peões, promovendo uma circulação mais fluida e segura, tornando os espaços urbanos mais agradáveis e acessíveis para todos. Para além dos seus benefícios ambientais, esta estratégia de renaturalização urbana “é um investimento essencial na qualidade de vida e no bem-estar da população”, enaltece a comunicação do município.

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