Consumo Ético

Pingo Doce lança gama de frescos fora do padrão para combater desperdício alimentar

Pingo Doce lança gama de frutas e legumes fora do padrão para reduzir desperdício Direitos Reservados

O Pingo Doce lançou a gama ‘100% Sabor, Sem Desperdício’, composta por frutas e legumes de produção nacional que não cumprem os critérios habituais de calibres ou aparência, com o objetivo de reduzir o desperdício alimentar e criar novas oportunidades de escoamento para produtores.

De acordo com o comunicado de imprensa, disponível em cerca de 90 lojas, a nova gama integra produtos que, apesar de apresentarem pequenas imperfeições externas ou formatos fora do padrão, mantêm a qualidade e sabor. Estes artigos são comercializados a um preço mais baixo, acompanhando a sazonalidade e o ritmo da produção agrícola.

Segundo André Duarte, diretor comercial de perecíveis, “combater o desperdício alimentar é uma prioridade e começa logo na origem”. O responsável acrescenta que a iniciativa permite “dar uma nova oportunidade a produtos nacionais garantindo a qualidade, sabor e frescura exigida pelos nossos consumidores”, sublinhando que “a única diferença está na apresentação: pequenos defeitos de epiderme ou formatos menos convencionais”.

A retalhista indica que esta gama responde também a necessidades dos produtores nacionais, ao criar um novo canal de escoamento para produtos que, até agora, não chegavam às prateleiras. “Este sortido tem por objetivo também criar um novo canal de escoamento da produção e por isso cria valor para os produtores portugueses”, afirma o responsável.

A disponibilidade dos produtos dependerá das necessidades dos produtores, podendo variar ao longo do ano. A empresa estima que a iniciativa permita evitar o desperdício de cerca de 2.000 toneladas de alimentos por ano.

O lançamento enquadra-se na estratégia de combate ao desperdício alimentar da insígnia, que inclui medidas ao longo da cadeia de valor. Entre estas estão o programa “Alimenta o Bairro”, que em 2024 permitiu doar mais de 7 mil toneladas de alimentos a instituições sociais, e a comercialização de produtos próximos do fim da validade com desconto, identificados com a “Etiqueta de Poupança”.

 

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