“Conseguem-se ganhos na gestão eficiente dos stocks e dos armazéns, otimização dos transportes/distribuição, melhor gestão e planeamento das compras, utilização de tecnologias de informação (EDI, etc) e codificação standard (eg. GS1, etc), por exemplo”, referiu o Presidente da APLOG à margem do Seminário “Logística no sector da Saúde – boas práticas e perspetivas de futuro”, que teve lugar no Hospital de Santa Maria.
De acordo com a associação, as áreas “preponderantes” na área da Logística da Saúde “são o medicamento e o material de Consumo Clínico. Nestas duas categorias de materiais estão 80 a 90% da despesa com os consumos de materiais.”
“Quanto mais perto estivermos do utente final (elos finais da cadeia), mais pesam os custos logísticos e mais relevantes são para a qualidade da prestação do serviço de saúde, ou seja, o abastecimento e distribuição associados aos Hospitais e Cuidados Primários são críticos”, sublinhou Alcibíades Paulo Guedes.
O presidente da APLOG alertou ainda para o facto de a implementação de boas práticas de Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento no contexto hospitalar “permitir libertar os profissionais de saúde de funções para as quais estão menos bem preparados, para se focarem na sua missão principal, a prestação de cuidados de saúde”.

