Segundo avança o jornal Diário Económico, o “documento conclui que estava previsto no ano passado pagar-se 699,2 milhões de euros com as parcerias rodoviárias, contudo, o Estado teve de encaminhar 896,6 milhões de euros para estas parcerias”. Este desvio de cerca de 200 milhões de euros” é justificado “pelos reequilíbrios financeiros acordados entre o Estado e as concessionárias SCUT onde se passou a cobrar portagens a partir de 15 de abril deste ano”, explica o relatório da DGTF.
São as concessões rodoviárias que apresentaram o resultado mais negativo para o Estado. As concessões ferroviárias, da saúde e de segurança acabaram por ter custos inferiores ao previsto.

