Como disse durante a sua visita, “os portos são os motores do desenvolvimento económico e uma fonte de prosperidade para as nossas cidades, regiões e países. No entanto, nos próximos 20 anos ou mais, muitas centenas de portos marítimos terão de enfrentar grandes desafios em termos de produtividade, necessidades de investimento, emprego, assim como a integração com as cidades portuárias e as regiões envolventes”.
As três áreas que considera mais importantes e prioritárias são:
Serviços portuários: “Garantir que haja um ambiente competitivo e aberto na prestação de serviços do porto, por exemplo, é muito importante para os portos marítimos de poderem adaptar às novas exigências económicas, industriais e sociais.”
Cortes na burocracia: “Precisamos ajudar os nossos portos a manterem-se competitivos, através do corte na burocracia; o projeto-piloto “Blue Belt”, um programa prioritário que explora novas formas de facilitar o transporte marítimo de curta distância, já está a ajudar a reduzir os encargos administrativos nos portos”.
Aumentar a transparência do financiamento: “Temos de melhorar a transparência do financiamento aos portos para evitar distorções da concorrência e deixar claro exatamente para onde o dinheiro público está a ir. Isto vai encorajar mais investimentos privados, vitais para que o setor portuário é crescer”.

