De acordo com a empresa, na Rússia, “a procura foi afetada pela turbulência na região” e os pedidos na América Latina “foram significativamente mais baixos do que no segundo trimestre do ano passado.”
A carteira total de pedidos para camiões foi a mais alta para o segundo trimestre e ascendeu a 20 987 unidades, podendo comparar-se às 20 694 unidades pedidas durante o período correspondente de 2013.
No que respeita à Scania Ibérica, “durante o primeiro trimestre os pedidos aumentaram consideravelmente tendo terminado o segundo trimestre com um volume total de 662 pedidos em comparação com as 309 unidades do mesmo período do ano anterior. No final do primeiro semestre de 2014 a carteira de pedidos registou um incremento na ordem dos 54% (Espanha 68% e Portugal 16%)”, refere a Scania em comunicado.
Segundo Pedro Déniz, Director Comercial de Camiões da Scania Ibérica, “estes dados mostram a lenta e continua melhoria das perspectivas económicas de ambos países, que se traduzirão num aumento dos volume dos pedidos e consequentemente num aumento das matriculações.”

