Nas conclusões daquele grupo, os deputados consideram que “a privatização da ANA e da TAP são dados a ter em conta num futuro próximo” acrescentando, no caso dos Açores, que “a privatização da ANA não pode implicar uma pura e simples passagem da gestão dos aeroportos para a esfera do Governo Regional”, sendo esta uma responsabilidade do Estado.
Em relação à Madeira, o grupo de trabalho referiu que, antes da privatização da ANA, deve ser negociado “um novo modelo de concessão e gestão dos aeroportos da Madeira e do Porto Santo que garanta uma redução das taxas aeroportuárias para os valores praticados nos aeroportos nacionais”.
No que toca à privatização da TAP, esta deve salvaguardar os serviços aéreos para a Madeira e o Porto Santo, garantindo ainda que “a companhia manterá as escalas na Madeira para voos de longo curso, como acontece atualmente com a Venezuela, e que a abertura de novas linhas para mercados emergentes possa incluir escalas na região”.

