A sustentabilidade já não vive apenas nos relatórios, nas metas a dez anos ou nas páginas institucionais das empresas. Está nas embalagens que precisam de menos material sem comprometer a segurança dos produtos, nas rotas que tentam reduzir quilómetros e emissões, nos sistemas que antecipam procura para evitar desperdício, nos fornecedores chamados a medir o que antes não mediam e nos consumidores que continuam a querer preços acessíveis enquanto exigem mais responsabilidade. A promessa, agora, tem de caber na operação.…

