Transição energética

Sonae Arauco reduz emissões totais em 43% desde 2019

Sonae Arauco reduz emissões totais em 43% desde 2019 Direitos Reservados

A Sonae Arauco reduziu em 43% as suas emissões totais de gases com efeito de estufa (GEE) desde 2019 e em 4% face a 2024, segundo os dados apresentados no Relatório de Sustentabilidade da empresa.

De acordo com o comunicado de imprensa, nas emissões de âmbito 1 e 2, diretamente associadas às operações, a redução acumulada atingiu 52,5% face a 2019. Só em 2025, estas emissões diminuíram 7% em comparação com o ano anterior.

Segundo a empresa, este desempenho resulta de investimentos em eficiência energética, eletrificação de equipamentos e processos industriais, utilização de energia de fontes renováveis e iniciativas de economia circular ao longo da cadeia de valor.

Os resultados colocam a Sonae Arauco para além de metade do percurso definido para alcançar a neutralidade carbónica das operações próprias até 2040.

“Já reduzimos em mais de metade as emissões das nossas operações face a 2019, demonstrando que é possível conciliar competitividade industrial e descarbonização”, afirma Cristian Knollseisen, CFO da Sonae Arauco. Segundo o responsável, este desempenho reforça o compromisso da empresa com a “inovação, competitividade e criação de valor sustentável”, em linha com o objetivo de neutralidade carbónica para 2040.

As emissões de âmbito 3, associadas à cadeia de valor, também registaram uma redução em 2025. Segundo a empresa, diminuíram 2,5% face a 2024 e cerca de 40% relativamente a 2019.

A evolução foi acompanhada pelo aumento da utilização de energia renovável, que passou a representar 74% do consumo energético total da Sonae Arauco em 2025. O valor traduz uma subida de cinco pontos percentuais face ao ano anterior.

A estratégia de transição energética da empresa assenta em três eixos principais: aumento da produção própria de energia renovável, com destaque para a energia fotovoltaica; contratação de energia renovável através de contratos de aquisição de eletricidade certificada, incluindo solar e eólica; e eletrificação de frotas, empilhadores e outros equipamentos, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.

A Sonae Arauco mantém o compromisso de atingir a neutralidade carbónica nas operações próprias até 2040. Como objetivo intermédio, prevê reduzir em pelo menos 58,8% as emissões até 2033 face a 2019.

A empresa refere ainda que esta trajetória implica a integração de métricas de CO₂ nas decisões de investimento e o desenvolvimento de roteiros de descarbonização específicos para unidades industriais e categorias com maior impacto.

Além da neutralidade carbónica nas operações próprias até 2040, a Sonae Arauco mantém o objetivo de atingir o net-zero em toda a cadeia de valor até 2050.

 

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