Ricardo Oliveira, diretor de comunicação e imagem da Renault, assume que “o ano vai ser particularmente difícil para o setor”, acrescentando que, para combater estas previsões são necessárias medidas “para ajudar a comprar carros e aumentar as receitas, como os incentivos ao abate dos veículos em fim de vida”, avança o Diário Económico.
Também a SIVA estima que o mercado continue “a cair em 2012, depois de uma quebra tão significativa de 30% no ano passado”, sublinhou o administrador da empresa, Fernando Monteiro, durante um encontro com jornalistas, na semana passada.
As perspetivas são avançadas pela Ford e Peugeot, esta última marca considera o ano de 2011 como “o pior dos últimos 23 anos”, no entanto, pela situação que o país vive, “2012 pode ser ainda mais duro”, afirmou Jorge Magalhães, diretor de relações externas e imprensa da Peugeot.
Fernando Monteiro, da SIVA, garante que as marcas que representa “irão reforçar o seu valor e peso relativo no mercado, através da forte dinâmica do grupo Volkswagen”.
Também a Ford assume que terá “novidades em quase todos os segmentos de mercado, o que permitirá manter um interesse muito grande sobre a marca”.

