empilhadores

Análise – Empilhadores: 2013, o ano da retoma?

Análise  - Empilhadores: 2013

Depois de anos de pesadas quebras de vendas, há luz ao fundo do túnel. Alguns segmentos, como os empilhadores diesel e elétricos registaram crescimentos no primeiro semestre do ano. A subida do PIB e o crescimento das exportações nacionais alimentam algum otimismo ainda que impere um sentimento de prudência nos agentes do setor. 

A queda no mercado de equipamentos de movimentação de carga em Portugal está em sintonia com a crise económica que afeta o país. De 2008 até 2012 o mercado regrediu em cerca de 50%, passando de 3365 unidades vendidas em 2008 para apenas 1525 unidades no ano passado. A grande quebra, na ordem dos 30%, ocorreu de 2008 para 2009, segundo Fernando Jardine, responsável pela Divisão de Movimentação de Cargas do Entreposto Máquinas, que comercializa em Portugal marcas como a Nissan, Still e Hubtex.

Este ano tem dado uma nota de esperança, com a inflexão verificada em certos segmentos do mercado. De acordo com dados da ACAP – Associação do Comércio Automóvel de Portugal, o primeiro semestre de 2013 registou, face ao período homólogo, uma variação positiva de 17,3% nas máquinas de movimentação de carga, influenciadas pelo crescimento das vendas dos empilhadores diesel (29,5%) e elétricos (26,5%). Outros setores, como os empilhadores a gás e todo-o-terreno, continuam em queda.

“Os últimos indicadores apontam aspetos igualmente positivos no segundo trimestre do ano, com a subida do PIB em 1,1% e o crescimento de 6,3% das exportações, ainda assim é necessário prudência na análise destes indicadores uma vez que a economia portuguesa é muito vulnerável e a sua evolução muito dependente da evolução dos mercados externos”, avança Susana Teixeira, Responsável de Marketing da Manitou Portugal. Esta empresa alcançou 10,6 milhões de euros em 2012 e este ano estima chegar aos 12 milhões. A quebra da procura nacional tem vindo a ser compensada pelas “encomendas obtidas pelo mercado angolano que controlamos a partir daqui”.

Leia o artigo na íntegra na edição de Setembro/Outubro da LOGÍSTICA & TRANSPORTES HOJE

Não perca informação: Subscreva as nossas Newsletters

Subscrever