A MUBi (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta) revelou que a mobilidade ativa ficou de fora da proposta de Orçamento de Estado para o próximo ano (OE 2023).
A única rúbrica destinada à mobilidade ativa que consta na Proposta de Lei trata-se do valor de um milhão de euros que o OE 2022 tinha alocado à Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Ciclável 2020-2030 (ENMAC 2020-2030) que, no Orçamento de Estado para 2023, passou a ser dividido com a Estratégia Pedonal (ENMAP 2030).
Para além disso, a MUBi afirmou que o Governo excluiu a mobilidade ativa do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade, do Portugal 2030 e que permanecem dúvidas quanto ao financiamento das 51 medidas da ENMAC 2020-2030.
A MUBi espera que as seis medidas prioritárias que apresentou para o OE 2023, de acordo com o comunicado,”(…) que grande parte delas venham a ver luz verde durante o processo de discussão do Orçamento na Assembleia da República, contribuindo para acelerar a transição para uma mobilidade urbana mais saudável, justa, eficiente e sustentável”.
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